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    Você foi condenado a prisão de 30 a 40 anos de Trabalhos Forçados sem saber ... Destaque

    De 20 anos a 40 anos de trabalhos forçados! Essa é a pena normal da maioria dos trabalhadores brasileiros, e muitos ainda nem se deram conta disso. O pior é que caso não sejamos prudentes, a pena pode aumentar para perpétua! A menos que tenha nascido rico, para se aposentar com conforto terá de cumprir uma pena de sacrifício financeiro.
    Uma cabeça bem instruída considera esse tempo um período de bênção, e não um sacrifício. Quanto mais cedo você começar a enxergar este problema e a diminuir o seu consumo, menor será a intensidade do sofrimento e mais curto o sacrifício. O êxito na aposentadoria provém mais da execução perseverante de um projeto que do investimento propriamente dito. Quase toda criança sabe que, sem início, não há meio nem fim. Me Trabalho escravo1diga, por exemplo, o pode ser pior do que, de repente, você acordar aos 50 anos e descobrir (como a maioria das pessoas) que só tem uma vida alugada, que não possui praticamente nada de valor ou importância? O que fazer? E agora?
    Saiba que o otimismo da juventude não permite que a maioria das pessoas pensem com seriedade que a velhice se aproxima com a mesma certeza da gravidade. Talvez esse fato não pareça importante aos 20 ou mesmo aos 30 anos, mas aos 40 deve começar a se consolidar. Com todos os avanços da tecnologia médica, vamos viver muito tempo (acima dos 80 anos) e a cada pesquisa que vemos, as tabelas de expectativa de vida se estendem mais, e viver no limite parece menos sensato.
    Não podemos ser opsímata: prefixo “opsi” significa tarde; e “mata” significa aprender, por conseguinte, opsímata é aquele que aprende em idade avançada, pois o relógio da vida não para.
    Sendo assim, quanto mais cedo começar a pensar no seu futuro e a poupar, mais cedo conseguirá sair da prisão imposta pelo mercado. Quando começar a poupar, não queira ganhar muito logo no início, e sendo assim, nos três primeiros anos não se preocupe muito com o rendimento, preocupe-se com a criação do hábito, este sim fará a diferença. Pense principalmente na sua economia da taxa de consumo e no adiamento do prazer de consumo (pense sempre sem eu futuro!). Criando o hábito de poupar, tudo dará certo, já o contrário, a instabilidade, está o matará.
    Devido a nossa instabilidade econômica, nossa falta de educação financeira, talvez nem saibamos começar a realizar uma aplicação de longo prazo que seja segura, por medo. Claro, não é fácil começar, mas você consegue ir até o fim? A parte mais importante é começar, diz a maioria. Eu já penso que a parte mais importante é concluir a jornada. Começar é fundamental, naturalmente, mas continuar é a única coisa que gera verdadeiros resultados em patrimônio. Se você for igual a mim e tiver mais inícios do que meios e fins, está na hora de começar a se concentrar nos meios e fins, visando o sucesso financeiro.
    Saiba que a sua taxa de consumo (o que você compra) decide o seu destino; e as suas despesas (o quanto você gasta) decidem seu fim. Para a maioria das pessoas, os hábitos de gastar representarão sua derrota. Se você tem problema de receita, resolva-o por meio de Educação, Empenho e Empreendimento. A combinação desses três elementos gera os melhores resultados. Por meio da Educação, você aprende um novo ofício ou se aperfeiçoa no que faz, ou muda totalmente de profissão. Empenhando-se, você pode ser promovido ou trabalhar mais horas, se necessário. Com empreendimento, talvez você escreva, invente ou aperfeiçoe algo para vender ou abrir uma nova empresa. Às vezes, os investimentos rendem tão bem que você consegue dedicar-se integralmente a seus empreendimentos.

    Organização Financeira 3Uma boa definição de riqueza que li é "Riqueza é o número de dias que você pode viver sem trabalhar." Essa é a definição mais útil de riqueza que já ouvi. Um dos piores gastos que estamos acostumados a realizar é com o automóvel, principalmente o zerokM. Alguém em sã consciência investira recursos em uma aplicação financeira que, independentemente do valor, fosse desvalorizar 20% no primeiro ano e mais 10% a 15% no segundo ano? Parece loucura não? Mas é exatamente isso que fazemos quando compramos um carro novo, desvalorizamos nosso capital. Vamos agora supor que você tenha resolvido que consegue viver sem a prestação do automóvel, ou com uma prestação mais baixa, pois descobriu que o carro usado com 1 ou 2 anos de uso lhe dará a mesma satisfação que um 0KM (afinal, está comprando um 0KM para você ou para mostrar aos outros que pode?). O que faz com o dinheiro extra? Comprar um barco, um Jetsky? Que tal? 

    Vamos então aqui lhe mostrar o poder da multiplicação do dinheiro, que seu carro hoje no futuro lhe custará mais de 1.500.000 e reais. Vamos imaginar que ao invés de comprar um carro novo, comprou um usado e economizou R$ 400,00, e que este dinheiro será aplicado em seu futuro, em um fundo que vai lhe render (ao invés de lhe custar como o carro 0km) 11% ao ano (No Tesouro Direto, LCA ou LCI conseguirá estes juros anuais sem problemas). Qual é o resultado da nossa conta do carro (ou anticarro)? Depois de 10 anos, começará a ficar muito boa, para não dizer excelente. Para que possamos calcular o poder do dinheiro, abaixo acrescentei as contas de três, quatro, cinco e seis anos, pois estas são as opções mais comuns de financiamentos de automóveis. Até acrescentei os resultados de uma obediência de 35 anos para os mais jovens. Analise agora o resultado abaixo:

    Número de meses Taxa de juros+ Pagamento Líquido Valor futuro
    36 (3 anos) 11% R$ 400 R$ 16.990
    48 (4 anos) 11% R$ 400 R$ 23.616
    60 (5 anos) 11% R$ 400 R$ 30.891
    72 (6 anos) 11% R$ 400 R$ 38.887
    120 (10 anos) 11% R$ 400 R$ 79.804
    420 (35 anos) 11% R$ 400 R$ 1.500.559

    Se estiver devendo ou apenas querendo fazer algo mais inteligente com o seu dinheiro — lembre-se da solução simples para o transporte —, compre um carro mais barato e fique mais tempo com ele. A maioria de nós brasileiros orgulha-se muito do carro que dirige. Muitos consumidores começam a desejar um carro novo antes de acabar de pagar o financiamento do antigo. A maioria dos que sentem a "coceira pelo carro novo'; provavelmente, não precisam de carro novo. Após uma série de constantes trocas e de adicionar o valor negativo do seu último carro ao empréstimo do novo (é isso que o comercial da concessionária quer dizer quando afirma "Liquidamos a dívida do seu carro"), os consumidores ficam mais atolados em dívidas do que nunca. Se conseguir "dirigir" o seu erro (isto é, continuar a dirigir até liquidar a dívida, ou mais tempo), pelo menos a dívida não aumentará. Entenda, por favor, que os vendedores de automóveis não existem para ajudá-lo; trata-se de comércio. 

    EconomizeSendo assim, economize! Resista a tentação do consumo, do carro novo, da roupa de marca, do jantar no restaurante mais caro. Não estou dizendo aqui que não tenha lazer, ou que seja sovina e que não mais se divirta, não é isso. É apenas abrir mão de algo olhando para o futuro. 

    Lembre-se dos 50-30-20! Os seus registros detalhados, que podem parecer chatos a princípio é que aumentarão sua capacidade criativa, em vez de diminuí-la. Como isso é possível? Porque, com registros minuciosos, você valida o planejamento e os prognósticos. Uma dose de realidade pode ser um remédio amargo, mas sem ela só construímos castelos no céu (ou no papel).

     

    Liberte-se da prisão que está lhe envolvendo!!!!

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